Episódios de O Cogumelo

Episódio 160 – Para a Família Cogumelando

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Episódio 152 – Sequestrado pela Realidade

A realidade ficou 11 km para trás e eu nem mesmo me senti passando por ela. Foi a realidade que nunca me fez sentido. E o que é tido como falta de sentido é que sempre me foi claro demais.

Dizem que a felicidade está lá fora. Falam que tenho de correr atrás dela. Sempre querem que precisemos de algo. Estar satisfeito é um crime. A alegria, ao que parece, é um cavalo selvagem desaparecendo no horizonte. Onde está o prometido “felizes para sempre”?

Se é verdade o que dizem, então todos nós nascemos tristes. Ou o mundo foi pintado dessa forma medíocre para que vivamos como um hamster que move a roda correndo nela? É o que parece. Esse regozijo da conquista ao sumir dá espaço à insatisfação que parece ser o nosso estado comum. Somos tragados por uma gravidade misteriosa e sádica.
Tanta luta para tanto pouco.

Homens viraram objetos, objetos se tornaram deuses. Com seus amuletos de grife, escondem suas dores e frustrações. Com seus santos de marca, tentam afundar os outros meros mortais. Nossos ídolos de plástico e aço viverão para sempre, nós é que iremos sucumbir. Nosso dinheiro é infiel, correndo para os braços de outro assim que enfraquecemos. São os homens, então, a imagem e semelhança de cédulas e moedas.

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Episódio 151 – O tipo ideal de mulher imperfeita

A mulher ideal nunca foi aquela comumente idealizada, perfeita fisicamente, longe disso. Nunca desejei uma top model ou uma perita na cama. Não faz sentido pra mim. Claro que seios, pernas e bundas são agradáveis de ver, mas isso não faz sombra às ideologias dela. A forma de ver o mundo, e do que gosta de fazer nele.

Se você me coloca na frente uma mulher que, por exemplo, ame videogames e outra que tenha seios imensos, eu vou fazer o quê? Ficar com as duas! Certo, mentira. Eu certamente escolheria a que gosta de videogame, porque ela teria mais chances de ter empatia comigo. Empatia, essa é a palavra. Não ter frescuras, falar o que quer na lata, não seguir nenhum conceito do que é certo ou errado. É estranho pensar que, enquanto todos buscam um namoro, eu nem sequer ligo pra isso. Não quero esse status,  essa idéia de relacionamento. Eu apenas me interesso muito por uma companhia feminina que eu possa de fato me abrir. Eu não vou mentir pra ninguém, não sou um livro aberto. E nem quero ser, porque ninguém iria entender e não valeria a pena e eu também não teria vontade alguma de saber sobre a outra pessoa.

Sexo, o que é sexo nos dias de hoje? Está em todos os lugares. Não é difícil. Mas é como um amigo importante diz: “É fácil dormir com uma mulher. Difícil é dividir calor humano”. Uma mulher que partilhe o que você gosta se torna muito mais interessante. Enganam-se quem pensa que símbolos sexuais são mais atraentes para se formar um relacionamento. Apenas no primeiro momento, mas depois podem existir tantas discrepâncias entre a personalidade do casal, que apenas não faz sentido.

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Episódio 149 – Velhidades

Após um longo hiato, estou escrevendo aqui de novo. “Longo hiato”, que maldita frase clichê.
Bem, eu tenho novidades pra lhes contar, mesmo elas não sendo mais tão novidades assim… Pois bem, esse ano tem sido frutífero. Sem que eu percebesse, caí de cabeça em muitos projetos. Descobri que não consego ficar parado. Isso acaba comigo. Eu preciso produzir qualquer coisa.

E o que eu tenho produzido? Bom, comecei a escrever um livro em março. Livro esse que não vai sair agora, nem depois, nem depois de depois. Eu quero que ele me acompanhe, sempre tendo algo acrescentado, mudado, recortado. O tema não vale a pena falar ainda, visto que ele pode mudar amanhã ou daqui a cinco minutos, mas posso considerar como uma alegoria do que me é importante, do que me movimenta. Uma alegoria encenada pelo o que vivemos todos os dias.

Também comecei uma história em quadrinhos (spritecomic) na internet, num braço do Cogumelando. Sempre gostei de sprites – aqueles bonequinhos de videogame, feitos de pixels – e resolvi apostar nisso e me divertir fazendo. A idéia pintou no inicio de abril e não quis mais me largar. Todo dia eu pensava nisso, então não é como se eu tivesse tido muita escolha entre fazer ou não. Idéias quando correm atrás de você são piores do que mulheres tentando chamar a atenção – não desistem. No primeiro dia de lançamento (dia 4 de junho) foram 2.000 visitas. Agora, já tem mais de 15.000. É estranho pensar que, há coisa de quase 3 anos atrás, o Cogumelando levou uns bons meses para bater essa marca. É legal, fico feliz que estejam gostando, ou pelo menos vendo.

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Episódio 144 – Obrigado por tudo, 2010!


Podem jogar os calendários fora, daqui a poucos minutos chegaremos em 2011!
Animados para o novo ano? Espero que sim! 2010 foi interessante pra mim. Foi um ano longo, mas que passou rápido. Parece que era ontem o outro ano novo e toda aquela comemoração, e o abraço apertado…

11 é o meu número de sorte, e estou curioso quanto a 2011. Eu torço tanto pra que tudo dê certo para nós… Quer dizer, nesse ano que se aproxima, eu me tornarei veterano na faculdade (e meu temor do vestibular e os episódios sobre isso continuam tão claros em minha mente!), já vai fazer quase um ano que estou malhando pesado, dentre outras coisas que tive de batalhar e com, muito esforço, consegui.

Para o Cogumelando, foi tudo muito bem (e espero que continue sendo). O site fez 2 anos, se tornou bem famoso – tendo 10.000 visitas diariamente e alcançando a meta de mais de 150.000 visitantes – e conheci muitos amigos por conta dele.

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Episódio 101 – Os 100 episódios do Cogumelando

Finalmente, 100 episódios no Cogumelando. Vou lhes ser sincero: Sempre vislumbrei isso. Neste agosto, mês em que o site faz aniversário de dois anos, foi de grandes conquistas, inclusive a marca de mais de 100.000 visitantes. E sabe o que me deixa feliz? Não precisei recorrer a aquelas táticas da blogosfera de criticar outros sites, tampouco de pelar o saco deles.

Na verdade, eu não fiz coisa nenhuma. Apenas vocês fizeram, freqüentadores, que trazem idéias, comentários inteligentes… É legal isso. E, bem, é justo que eu conte um pouco sobre a história do Cogumelando agora. Ela se confunde com minha vida, mas fiquem tranqüilos, só o que é importante estará em jogo: A história do canal.

Capitulo I

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Comunicado: Eclipse Solar – In aeternum, doctardus .’.

15.746 por todo o mundo.
Darwin não estava tão errado. Ele apenas errou uma coisa: Não foram dois, e sim três. Sendo este terceiro, lançado na escuridão da noite e chamado de demônio ou diabo. É complicado falar sobre isso, pois a situação está evidente.

Pense comigo: Você tem uma dieta um tanto diferente, para manter seu corpo de pé. E ela não pode ser feita à luz do dia ou mais gritos seriam escutados. É questão de sobrevivência.

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Episódio 89 – Nostalgia de Copa do Mundo


Ta chegando ao fim!

Pois é, rapaziada. Sinto como se um amigo estivesse indo embora… Essa copa foi muito boa mesmo, parabéns para os africanos (em geral mesmo, e não apenas os sul-africanos) que recepcionaram tão bem o mundo. (com exceção no jogo do Brasil x Holanda, ô campo filho da mãe!). Não tenho paciência pra ver joguinhos de futebol em geral não, mas isso é outra coisa, outro nível.

É ao som de Wavin’Flag (tema da Copa 2010) que inicio esse episódio. Primeiro, um apelo: Deveria ter esse world cup de dois em dois anos, quatro é muito tempo! E em segundo lugar: Mal posso esperar pelos jogos aqui no Brasil. Torcer firme lá, no meio da galera.

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Episódio 72 – Lost pra toda vida (sem spoilers)

Ainda me lembro do primeiro episódio de Lost, dia 19/02/2006.

Há coisa de 4 anos atrás, quando eu estava ainda de férias (indo para o primeiro ano escolar), começou a passar Lost no canal Globo. Foi em um domingo, dois episódios juntos na sessão de filmes Domingo Maior. Eu adorei, fiz daquele meu primeiro seriado americano para se assistir MESMO, fiquei fascinado. Hoje, exatamente há 2 minutos atrás, Lost acabou. Vi pela AXN. Não podia deixar de ser especial, algo mágico aconteceu. Mas isso eu conto no fim do episódio.

Quero fazer aqui é o meu tributo à Lost, ao que ele marcou na minha vida.São 4 anos acompanhando, vibrando, torcendo por alguns personagens e, por que não, xingando os vilões que ao mesmo tempo eu venerava. Os produtores disseram que quem visse o ultimo episódio, iria chorar. Não, eu não chorei. Mas estou com aquele nó na garganta, aquele peso no peito.

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Episódio 69 – O homem vai para a faculdade

Saaaalve meus queridos leitores!

Quanto tempo!

Cacete, sacanagem a atualização da minha vida ser o episódio 69! Sacanagem SÉRIA! Mas… there is no caô.

Cheguei na faculdade, putada! Valeu pela torcida… Mesmo eu estando 1 mês lá, só deu pra vir aqui postar agora.

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Episódio 66 – O último suspiro de 2009

Faaala pessoal! Quanto tempo!

Pois é, finalmente está acabando o vestibular. UFRJ é a última batalha, torçam por mim. Agora que chegamos ao fim, o tempo de postar aqui volta gradualmente, especialmente hoje, no último dia do ano.

O que foi 2009 pra vocês? Eu sinceramente gostaria que colocassem isso nos comentários. Pra mim foi o melhor ano da minha vida, definitivamente.

Coisas mágicas aconteceram, e acho que consigo dividi-las com vocês numa espécie de “retrospectiva”.

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Episódio 52 – Você é um lutador?

Salve, povo!

Tudo bom com os senhores e as senhoras? Eu espero que sim!

Hoje vamos lidar com um assunto delicado, que é nada mais nada menos do que os nossos sentimentos.
Você não precisa ir muito longe para ver pessoas tristes, caídas. Eu vejo várias quando ando por aí.

Isso é um problema, ah, se é. Um dia desses eu estava no Plaza Shopping aqui em Niterói e vi uma mocinha chorando, não me contive e foi ajudá-la. No começo ela nem foi muito receptiva, mas em seguida foi se abrindo. Isso me fez pensar bastante.

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