Episódios de Lifestyle

Episódio 230 – A opinião da televisão sobre internet

Até quando a TV continuará disseminando essas idéias retrógradas de internet? Como fez com o videogame anos atrás, esse jornalismo meia-boca que todos nós nos acostumamos continua colocando os usuários da rede como maníacos e a internet como a “grande vilã da juventude”.

Ainda que a maioria de nós já não assista essas emissoras (e eu acredito ser esse o motivo central para essa postura deles), a grande massa – como amam chamar, então vou usar esse termo – assiste e acredita. Acha que todo mundo na internet SEMPRE está correndo riscos demais, que há pouca coisa útil aqui.

Veja, eles dizem que há coisas importantes e boas na internet, mas eles raramente citam os reais avanços que essa tecnologia proporcionou a nossa sociedade. Quase sempre, estão mostrando um lado negativo e culpando a internet por tudo que há de ruim, sendo que desses problemas todos, quem “vai atrás” são os usuários – e poucos deles. Continue lendo »





Episódio 229 – Você pode não usar o mais MSN, mas com certeza vai sentir falta dele

Nessa semana, o destino do MSN foi definido: Ele vai acabar. Será engolido pelo Skype, numa fusão torpe.

Quem não passou pela era dos sons de plus pertubando os outros? Ou ainda dos trechos de música da mensagem falada. E daquela garota que você tava afim te chamando a atenção insanamente porque você não respondeu rápido, e te fazendo pensar “essa tá garantida”?

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Episódio 200 – Quando conectaram a internet

Episódio 200. Resolvi escrever algumas linhas sobre um período muito bom que muitos de nós já passamos. Nostalgia, eu sei. Mas a sensação de escutar o som da internet discada ligando após meia noite mudou minha vida. Me tornou um notívago. Posto isso na madrugada pois sei que é nela que muitos que viveram esse tempo residem.

Somos como vampiros virtuais, sempre afoitos por bytes.

Talvez precisasse fechar o MSN com aquela borboleta colorida, ou ainda torcer para que durante o download ninguém enviasse um wink como o Guitar Smash. Ou você usava ICQ? Essa era a disputa daqueles tempos, mas uma coisa os dois lados têm em comum: Todos nós já tivemos um nick ..::assim::..

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Episódio 173 – Alguém Importante

Me pediram para que eu colocasse esse texto aqui, que… Não tem jeito, eu obedeci! Inicialmente eu o coloquei em meu Facebook, então segue na integra aí. Fico realmente feliz que ele tenha sido útil para vocês, especialmente aos meus amigos. No final você vai entender o porque da foto do Rei Leão… Vamo lá!


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Episódio 172 – 10 Lições de Vida Aprendidas no Videogame





Episódio 170 – 4 Coisas Boas e Ruins Que Uma Mulher Pode Fazer

Já que tá na moda nas redes sociais (tá, no Facebook)  falar o que é bom e ruim nos homens, vamos falar das mulheres. Eu acredito que esse episódio vai útil.

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Episódio 168 – 10 Dicas Sobre Fotos no Facebook

Facebook é a nova moda, parece que os tempos de Orkut ficaram para trás…
Então, o Cogumelando vai te dar algumas dicas para não cometer gafes na rede social!
Se você faz algo que está presente na lista, não ligue!  Todos nós cometemos alguns deslizes.

Simbora?!

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Episódio 165 – Videogame é para Todas as Idades

Para aqueles que acham que videogame é coisa de criança, alguns fatos:

- A história de um Final Fantasy 6 tem mil vezes mais profundidade que a história de certos vampiros, ou ainda livros de alguns “grandes escritores”.

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Episódio 161 – Notícia Velha

- O pobre trabalha alem da exaustão porque quer ser rico, logo, fazem os ricos mais ricos para tentar ser rico.

– Nem todos os pobres viram ricos, trabalhando muito e ganhando o suficiente para conseguir continuar vivo (e trabalhando).

– Os ricos fazem os pobres trabalharem mais, pois eles são as engrenagens das riquezas dos ricos. A TV e os livros de auto-ajuda dizem que muito trabalho é bom, viver é pra vagabundos.

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Episódio 158 – Amor, relacionamentos e conquistar alguém

Por que a quantidade ficou mais importante que a qualidade? De onde veio essa necessidade de, todo dia, procurar alguém? Ter um “amor” virou mais compromisso do que ter compromisso com o amor. Estão todos sozinhos demais.

É estranho não saber se a pessoa gosta de você ou se gosta de mostrar para os outros que está em sua companhia. Quando pessoas dizem que são seletivas, não se referem ao quanto a pessoa é legal ou boa, mas sim o quanto é bela e rica. Isso não é ser seletivo.

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Episódio 154 – Amores de Ônibus #2

Um amigo de um amigo que disse.

“Quem nunca, ao entrar no ônibus, não se perdeu ao ver uma linda mulher pela visão periférica? Mas não é apenas uma mulher linda, ela é uma mulher que parece ser adorável para se conversar e fazer coisas cotidianas. Claro que uma hora ela salta e acaba todo aquele momento, mas durante todo o caminho você pensa de que forma poderia abordá-la. Só que você parece estar grudado ao banco do veículo com alguma cola que deve se chamar Timidez Bonder.

No caminho para a faculdade eu sempre topo com alguns amores de ônibus. Indiretamente, elas me dão forças para gostar de acordar 5:30 da manhã todos os dias e enfrentar um ônibus cheio de gente, cruzar a ponte e aquela maldita Francisco Bicalho. Quanto às damas, são duas. Gosto de idealizá-las da minha forma e temo que, ao conhecê-las, acabe vendo que as são diferentes, o que não me é interessante…

Uma é extremamente magra. Nem sequer tem bunda, seu busto são como limões. Seus cabelos são um misto de castanho claro com escuro, sua expressão levemente libanesa. Seu nariz é fino bem construído, comprido. Sua boca assemelha-se com uma fruta, e na minha mente a associo com a do pecado, do Éden. Seus dedos são finos e as unhas sempre muito bem feitas, por vezes francesinhas, outras aquele vermelho vivo.

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Episódio 153 – Game Over para as Jogadoras

Na Jukebox: Johnny Hates Jazz – Don’t Say It’s Love

Não entendo.
A doença social do momento é a cegueira por relacionamentos. Todos querem ter alguém do seu lado. Não consigo fazer parte desse pensamento comum. Que irônico, o mundo ficando cada vez mais habitado e as pessoas se sentindo mais sozinhas. Mas esse não é o problema. A merda começa quando as pessoas se sujeitam aos maus costumes alheios para ter sempre uma vagina ou pau disponível. Poderia até falar aqui que alem dos órgãos genitais haveria o sentimento de união, mas aí onde eu estaria com a cabeça?  

Isso começa a me atingir quando as mulheres a minha volta começam a pensar que podem me tratar da mesma forma.  Acho que a lógica feminina ta meio baleada por culpa desses personagens pegadores de seriados americanos. Aqueles caras que não ligam pra porra nenhuma, que deixam ser manipulados e sempre ficam caçando uma mulher. Desculpe, mas isso soa pra mim como uma imbecilidade absurda. São uns malditos criadores de estereótipos. Quer um exemplo? Os pseudo-cachaceiros que surgiram para copiar anti-heróis como Charlie Sheen e afins.

Como se já não bastasse um bando de gente achando que o Brasil é a América, me fazem o favor de emular essa decadência para sanar suas dividas emocionais. Diabos, como eu gostaria que os relacionamentos fossem como no início. Só que, hora ou outra, o tempo passa. O primeiro sinal é quando você sente aquele cheiro de merda dos jogos emocionais. Será que isso ocorre porque as pessoas se negam a ser o que verdadeiramente são?

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