Episódio 147 – Grand Theft Auto Vice City – Cidade Viciada Pt.3

PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3
Capitulo 4
Kool and The Gang – Summer Madness
Pela manhã, sem demorar, Tommy no iate de Cortez. Era por volta das 9 horas, o céu estava claro com castelos de nuvens ao longe. Barcos passavam pela marina e as gaivotas voavam.
- Sr. Vercetti! –Gritou o Coronel, ao ver Tom chegando.
- Coronel! – Respondeu.
Cortez estava sentado a uma mesa de beira de piscina com uma lagosta sendo levada a ele pela mesma empregada que trocou olhares com ele. Na mesa havia uma garrafa de soda e um saleiro. Um marujo estava próximo, segurando uma serra elétrica em mãos. Tom perguntava-se o porquê daquilo.
- Obrigado por vir. Sente-se, por favor! Lagosta?
Tom sentou-se.
- Não, obrigado. – Vercetti nunca gostou de frutos do mar.
- Eu estou envergonhado de ter que admitir que a língua solta de um homem de minha confiança pareça ter sido a causa de nosso problema. – Abaixou a cabeça e ajeitava o cabelo enquanto conversava. – Gonzalez está comigo há muitos anos, mas agora sua incompetência atingiu um novo nível! – Recostou na cadeira. – Matar Gonzalez é um direito seu.
- Foi ele quem fez isso? Apenas o dinheiro é importante pra mim.
- Eu irei recompensá-lo por esta gentileza e, depois, encontraremos juntos o seu dinheiro. Ele está em sua cobertura, bêbado provavelmente. – O tripulante aproximou-se e deu a serra elétrica nas mãos do Coronel. – Use isso. – E empurrou a maquina pela mesa para perto de Tom.
Gonzalez, dado o contato com Diaz ao trabalhar para ele por um curto
período anos atrás, acabou contando sobre os planos de Sonny que poderiam arriscar os lucros de Ricardo. Por conta do gorducho, havia sumido as drogas e o dinheiro.
Vercetti acelerou pelas ruas e rapidamente chegou ao rico prédio de Gonzalez e, sem demorar, subiu de elevador até a cobertura de Gonzalez. O apartamento ficava de frente para a praia, na direção do shopping. Um dos pontos mais requisitados de Vice City. No pequeno corredor que precedia a casa, ligou a serra elétrica e derrubou a porta cortando-a.
Caminhou em direção a outra porta, passando pela rica sala, destruindo tudo o que via pela frente. Assim, foi à área de piscina e viu Gonzalez com dois guarda-costas.
- Eu vou fechar essa sua boca grande! – Gritou Tom para o gordo.
- Ei, ele tem uma arma! – Gritou Gonzalez.
- Para de correr, sua bola de gordura!
Engatou a serra e atacou sem qualquer preocupação nos dois seguranças que avançaram em Tom, fazendo-lhes cortes toscos em seus tórax, fazendo espirrar sangue em toda a roupa e rosto.
- Se afasta de mim, seu merda! – E corria desesperado derrubando as cadeiras de sol e correndo por cima do plástico que tampava a piscina.
Gonzalez escapou pela saída de emergência e Vercetti o seguiu. Na rua, os pedestres paravam para ver a cena. Finalmente os dois chegaram à rua, correndo. O fôlego do gordo desaparecia aos poucos.
- Jesus! Eu desperdicei minha vida e minha beleza!
- Fica parado que rapidinho eu acabo com isso! – Dizia Tom, engatando a serra novamente.
O gordo corria pela calçada empurrando a todos, suas pernas falhavam, sua roupa estava colada ao corpo devido ao suor, a respiração estava escassa.
- Eu te pago o dobro, Tommy! O dobro!
- Pare de gritar! Ninguém se importa com você, gordo!
Som de Serra Eletrica
Ao alcançar o homem, Tom levantou a serra e gravou-lhe nas costas. A lamina cravou-lhe nas costas dele derrubando-o no mesmo instante. Vercetti, em meio à correria das testemunhas, talhou-lhe a carne e os ossos com o equipamento de derrubar árvores. Os cacos de ossos e sangue banhavam Tom. Seus olhos estavam arregalados, estava feliz por estar próximo de vingar-se de quem o emboscou. Gonzalez pouco gritou,em coisa de segundos depois, ele nem sequer mais parecia humano, apenas uma mancha vermelha na calçada.
Mongo Santamaria – Me and You Baby
Turistas fotografavam, pessoas corriam, os carros aceleravam. A sirene da policia soou ao longe, não demoraria a chegar. O assassino, levando a arma do crime, correu até a rua e tirou a pistola ganha por aquele negro do beco e mirou para um regina quatro portas que passava na rua. Desesperada, a mulher largou o volante e correu em disparada para a praia. Vercetti lançou a serra na parte de trás do carro e entrou, fugindo a toda.
Pelo retrovisor, percebeu duas viaturas aproximando-se e o mandando parar. Tom acelerou. Desviava pelos carros e caminhões a toda velocidade, no processo atropelou uma fraggio, lançando o motoqueiro e a pequena motocicleta em direção aos transeuntes na calçada. Rapidamente, passou por trás de Vice Point e dirigiu-se aos arredores do clube Malibu. Sua pericia em veículos fez ele se afastar da policia, mas não podia fugir. Estava ensangüentado. O jeito foi virar a quadra e enfiar o carro em um lava jato. Despistou a policia.
No fim da noite, Tom lançava no mar o carro roubado e a serra. Gonzalez estava morto. Nos jornais, Tom foi considerado como “um personagem de terror em carne”, por conta de um famoso filme de terror que saíra no cinema três anos atrás.
Capitulo 5
Tom estava fazendo sua riqueza trabalhando como assassino de aluguel. Começou no dia em que seu celular tocou e alguém o tratava como Sr. Teal e o dava trabalhos em telefones públicos pela cidade. Era coisa fácil, como matar um traficante que se disfarçava de entregador de pizza, assassinar uma esposa e fazer tudo parecer um acidente automobilístico… Aquilo era fácil, e bom.
No entanto, em um sábado de manhã, Vercetti foi visitar Avery Carrington. O velho era ninguém menos que um magnata proprietário de terras, um intenso capitalista não se importando com quem o quê estivesse em seu caminho. Nascido no Texas tornou-se o que é por conta de seu pai e do que fazia em sua terra natal. Ao longo da vida, aumentou sua riqueza com heranças, mesmo que tenha forçado a existência de algumas, como quando mandou alguns capatazes matarem a própria tia com a queda de uma árvore… Entrou no submundo por contratar assassinos de aluguel para cuidar de seus assuntos e, na política, por usar sua influência na criação de guerras de gangues e jogatinas de empresas.
Pela manhã, chegou até um campo de construção da empreiteira de Avery, com armações de um futuro prédio. Viu uma limusine preta parada, era o velho. Foi até o carro e entrou atrás, um rico carro.
- Entre e sente-se, filho! – Convidou Avery. – Inferno, papai sempre disse: nunca olhe a boca de um cavalo dado de presente, e ele nunca fez. Você quer um gole do velho Kentucky? – Ofereceu a bebida.
- Não, obrigado. – E acomodou-se no banco.
- Uma mente limpa! Eu gosto disso! – E deu um tapinha no joelho de Tom. Logicamente, a velha raposa estava testando Tom. – Bem, o negócio das propriedades não é só sobre lucros altos e documentos valorizados. Tem haver com a terra! E eu quero reivindicar esta terra. Você está comigo, filho?
- Oh yeah. – Falou Tom, escorando as mãos nas pernas e olhando seriamente.
- Bem, eu preciso de um bastardo obstinado para ir pegar esta terra e você me parece um cara muito persuasivo.
- Persuadir é o meu forte. – E fez com as mãos posição de briga, como se fosse dar um soco, e sorriu de lado.
- Sim, ele estará no campo de golfe. Armas não são permitidas por lá, então os guarda-costas dele não terão proteção. Vá e acabe com aquele monte de merda! Ah, olhe aqui, eu consegui pra você um cartão de sócio e você precisará de uma roupa apropriada também. – Deu uma foto do homem para Tom.
Tom saiu e a limusine rapidamente virou e foi embora também. Seria um clássico acabar com um incomodo, para sempre.
- Esse cara é o meu novo amigo. Eu nunca tive um amigo com peruca antes… – Pensou Tom.
Vercetti colocou a – ridícula – roupa de golfista. Por não ter tamanho maior, acabou ficando com a calça que lhe apertava as nadegas. Pegou um taco de aço, jogou no seu admiral e seguiu para o clube Leaf Links, que era um grande espaço de judeus destinado ao esportismo – para ricaços. Ficava próxima a uma ponte para o centro de Vice City. Em um arbusto próximo a uma cerca, Tom colocou sua pistola com silenciador. A pistola não havia registros, balas de ponta-oca e silenciador artesanal de encaixe simples. Assegurava-se que aquela iria ser sua ultima partida.

Sendo revistado na entrada, logo pode sair e pegou um dos carrinhos de golfe caddy de aluguel. Foi até o arbusto, pegou a arma encaixada na greta. Olhando a foto, seguiu a procurar o tal. O local era imenso, com arbustos, palmeiras e grandes árvores bem podadas. O local era cercado por árvores e aposentados.

Finalmente viu o homem, em uma armação de alta madeira a fim de atingir longas distâncias com o taco. Havia quatro guarda-costas e um no caddy, deveria ser feito de longe. Tom pôs-se a arrumar o taco, a bola, ajustou suas luvas brancas, ajeitou o óculos escuros Ray-Ban e mirou a pistola. Disparou. O tiro pegou na nuca do dono das terras, que despencou da altura e caiu em cima de um Caddy estacionado. Podia-se ouvir ao longe a buzina do pequeno veículo. Lançou a pistola com silenciador no mar, entrou no caddy e foi embora. A missão estava cumprida. Mais um belo dia de sol em Vice City.
Depois daquele trabalho, Avery só queria saber de Vercetti. O contratou inclusive para dinamitar um prédio abandonado para que o capitalista pudesse tomar o terreno a fim de “manter a beleza de Vice City”. Carrington era, de certo, um amigo para Tom.
Capitulo 6
Joseito Fernandez – Guantanamera
San Dominca, 1968
- É uma menina, Sr. Cortez. – Dizia o médico.
Juan Cortez correu pelos corredores empobrecidos da maternidade mais cara de San Dominca. Era pintado de azul e branco, com partes da parede descascando. Ao chegar ao quarto, deparou-se com um pequeno bebe. Era sua filha Mercedez, ainda ensangüentada, no colo de sua mãe.
Cortez olhou para trás e viu outro homem latino, magro e cumprido, calvo e com olheiras escurecidas. Ele encarava-o, como se o esperasse. Estavam conversando sobre a presença de alguns traidores, vendendo informação privilegiada sobre movimentações econômicas e planos secretos para os franceses. Cortez não pôde ficar muito, sempre fora ocupado. Embora sua mulher tenha ficado triste, ele teve de sair. Duas horas depois, ele pessoalmente dava baleava, no meio da testa, um dos homens que havia se vendido aos europeus.
San Dominca, como país da América Central, sempre fora explorado pelas potências desde o tempo de seu descobrimento. Os franceses o escravizavam até os dias atuais com fazendas de plantation e manipulação do governo em uma política a la “Big Stick”. Aquele lugar que deveria ser o paraíso de palmeiras, rios dourados e virgens nas redes, soava como a vagina de uma velha prostituta.
Este era Coronel Juan Cortez, um perfeito escalador de hierarquias. Seu país era confuso, ditadores surgiam e caíam, golpes de estado eram dados e, justo por isso, o Coronel sobreviveu a todas as penas de morte dadas pelos grupos que dominavam o país, e logo caíam. Juan era um perfeito rebelde.
Mas a vida dele mudou quando, um destes traidores, estava envolvido com o tráfico de drogas. Todos os homens são gananciosos e com Cortez não foi diferente. Não demorou e ele entrou de cabeça no mundo das drogas, traficando especialmente cocaína. Começou utilizando e revendendo a remessa estocada daquele traficante, foi lucro limpo. Na segunda metade da década de 70, já podia fazer seu próprio castelo com notas de 100 dólares. Já conhecia Gonzalez, seu braço direito. O conheceu quando precisava de um contato para venda, já que não podia sujar a sua imagem. Gonzalez também era ganancioso e começou a roubar. Juan sabia, mas em San Dominca, Gonzalez era a sua única esperança.
Quando finalmente decidiu partir para América e aumentar seus lucros, já na década de oitenta, teve de mandar apenas Gonzalez para ficar certo tempo com um de seus contatos, Ricardo Diaz. O motivo foi que sua mulher faleceu de câncer no sistema linfático tendo agora que cuidar de Mercedez. No entanto, embora amoroso, Juan não viu o crescimento de sua filha o que a afetou, especialmente após a morte de sua mãe, fazendo dela uma jovem com tendências a destruição, depressão e carência.
Gonzalez o roubava mais e alem de tudo, era o seu representante. Não houve jeito: Cortez teve de ir para Vice City em 1986 e levou sua filha junto. Ainda representava San Dominca, mas até o dinheiro e as iguarias o fez abandonar toda a ideologia. No fim, Cortez de certo utilizava de suas próprias crenças para enriquecer. Para todos os efeitos, o Coronel está na cidade para encorajar as importações entre a América e seu país natal. Comprou um iate e começou a dar festas. Não demorou para que se tornasse uma celebridade.
Capitulo 7
John Waite – Missing You
Tommy estava no gosto do Coronel Cortez, especialmente desde recuperar um chip francês com um contato no shopping Washington chamado Pierre La Pounce. A operação deu problema com agentes franceses se metendo no assunto. O contato foi morto, a tecnologia recuperada e os franceses comendo poeira. Este pequeno utensílio militar foi repassado para algum grupo extremista mundo a fora.
Finalmente, a hora de um trabalho realmente importante. Em uma manhã chuvosa, Tom foi até o iate de Cortez, chamado urgentemente. O Coronel, sem nada falar, levou-o até a proa de sua embarcação, longe de todos. As gaivotas cantavam.
- Tommy, eu agradeço que tenha vindo. Perdoe-me por ir diretamente aos negócios. – Respirou fundo. – Diaz me pediu que supervisionasse uma transação comercial sem importância hoje à noite.
- Espero que seja melhor do que a ultima vez, huh?
- Foi por isso que pensei em você, meu amigo. – Deu uma breve olhada em Tom. – Eu deixei uma proteção adicional no multi-estacionamento. Pegue, depois observe os homens de Diaz de um lugar elevado. Gracias, amigo.
- Diaz, huh? Aparentemente esse baixinho nervoso domina esse circo dos horrores. Vamos ver como esse estranho faz as coisas. – Pensou Tom.
À noite, por volta das vinte horas, Tom foi ao estacionamento e encontrou uma Kruger, metralhadora calibrada alemã. Chegando ao local, ouviu um ronco de motor conhecido. O infernus branco daquele negro da confusão do beco apareceu. Ele saiu do automóvel, trocando olhares. Ajeitou seu paletó.
- Ficando com toca ação pelo o que vejo… – Falou de forma irônica.
- Olha só, você não tem nada melhor pra fazer do que ser minha sombra? Por quê não vem aqui e me mostra que serve pra alguma coisa?
- Claro que farei isso. A propósito, meu nome é Lance. – Finalmente falando seu nome.
- Tommy Vercetti. Vamos lá…
De carona ao som da Fever 105, Tom foi junto a Lance até o local da transação, cruzando a praia Washington. Ao longo do caminho, foi fácil perceber que Lance estava tão motivado quanto ele, mas agia por conta própria. Lance Vance, esse era seu nome. Perito em helicópteros, tendo se tornado poderoso junto de seu irmão dois anos atrás, até o momento em que ele foi baleado na armadilha em que Tommy também se envolveu. No caminho, Lance ofereceu um colete a prova de balas que estava no banco de trás.
Assim que estacionaram em um beco próximo a praia, de um admiral blindado saíram Diaz e dois capatazes. Lance saiu rapidamente do carro e escondeu-se embaixo de uma das escadas. Havia duas, uma de cada lado, levando a Lages de prédios próximos. Diaz, andando devagar com sua
barriga gelatinosa, aproximou-se de Tom.
- Você deve ser a nova arma de Cortez.
- Até que surjam outras oportunidades. – Falou Vercetti.
Lance aproximou-se, já portando uma arma que provavelmente estava escondida por ali.
- Eles estarão aqui a qualquer minuto, temos que ficar em pontos estratégicos.
- Certo, eu fico naquele balcão e você fica naquele telhado. – Organizou Lance.
Os dois correm um para cada lado. Preparam as armas. O motivo para tamanha segurança é que a relação de Diaz e os cubanos nunca havia sido boa. Sabiam que, eventualmente, algo poderia acontecer.
Após esperar um pouco, um Hermes pintado de preto com chamas desenhadas. Pararam, desligaram os faróis, e armados também de submetralhadoras aproximaram-se dos homens de Diaz. Uma mala foi posta ao chão dos dois lados, de acordo com a troca. O coração de Vercetti batia forte. Tom agachou, apoiando a arma no parapeito.
Então, aconteceu algo que Tom não esperava, embora deixasse muita coisa clara: Diaz mirou para o cubano que falava e atirou com sua metralhadora. Os seguranças não tardaram e fuzilaram o cubano logo atrás também.
No entanto, de repente um carro voodoo surgiu entrando no beco cantando pneu e negros de azul saíram dele. Uma troca de tiros teve início, Lance e Tom começaram a atirar. Surgiu um furgão pelo outro lado da ruela e mais negros surgiram. Foram fuzilados. Diaz parecia com medo, escondido atrás do carro. Tom perguntava-se sobre onde estava a coragem daquele colombiano. Um homem de Diaz estava ferido e o outro morto. Foi banho de sangue. Havia corpos empilhados para todo lado.
- Merda! – Disse Tom.
- Não se preocupe, eu te dou cobertura! – Gritou Lance.
- Estes haitianos pensam que podem pegar RICARDO DIAZ?! – Diaz estava se tornando confiante ao ver que estava sendo salvo.
Então duas motos sanchez surgiram do fim do beco e um m
otoqueiro, da frente, pegou a maleta de dinheiro.
- Meu dinheiro! – Gritou Diaz.
Lance deu um disparo letal na moto de trás que dava cobertura e o corpo caiu com a cabeça arrombada no asfalto, a moto derrapou no chão parando na calçada. Não havia mais ninguém na rua, todos haviam corrido em desespero. Carros estavam largados sem os donos.
- Não fique aí parado, sem idiota! Pegue aquele haitiano imbecil! – Gritou Ricardo.
Tom desceu a escada a toda velocidade, largou a arma no chão, correu até a sanchez e começou a caçar o haitiano. Foi matá-lo a tiros de pistola na outra rua, cuja moto enfiou-se por uma vitrine de uma loja de souvenires. A maleta foi recuperada, Tom voltou antes que a policia começasse a se meter.
Voltando ao beco, Diaz estava no volante de seu automóvel. Vercetti foi até a janela.
- Estou vivo! Imbecis! E tudo graças a você! Qual é o seu nome?
- Tommy.
- Eu acho que nos veremos em breve, meu amigo! – Acelerou o carro e foi embora.
- Merda, cadê o Lance? – Perguntou para si mesmo.
Lance havia sumido e, agora, Tommy poderia ir conhecer Ricardo, poderoso na cidade. Aquela atitude em muito lembrava o que aconteceu com ele e o irmão de Lance.
No dia seguinte, pela manhã, Ricardo Diaz ligou para Tommy.
- Tommy, é Ricardo Diaz, eu quero agradecer pelo o que você fez por mim, cara. Eu perguntei ao idiota do Cortez e ele me falou do negócio, meu amigo. Por quê você não vem me ver? Eu preciso de um rapaz como você. Todos que tenho são idiotas. Idiotas por toda parte. Ei, eu posso te fazer realmente rico!
Era hora de conhecê-lo.
Simple Minds – Alive and Kicking
CONTINUA NA PARTE 4
PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3

































isaac said,
janeiro 29, 2011 @ 15:30
Pow, sacanagem com o Diaz!
Mas continua de fuder a fic
Gabriel Vogel said,
agosto 10, 2011 @ 17:10
tá mto boa. pq vcs pararam?
Pedro Casanova said,
agosto 12, 2011 @ 1:05
Muitos projetos, mas ela irá retornar!
Breno Mazieiro said,
novembro 25, 2011 @ 12:48
To botando fé nesse trabalho,belo texto está ficando quase perfeito como o Vendetta Latina que foi melhor por falar mais das personalidades do jogo,e dar mais importância a missões secundárias como a de matar a mulher do marido do telefone público,dava pra fazer uma história legal com ela.
Estou esperando muito ansioso cara parabéns pelo trabalho de conteudo,se todo mundo fizesse um livro assim com o jogo que gostasse eu nem sairia de casa
Pedro Casanova said,
novembro 26, 2011 @ 2:25
Muito obrigado, amigo!
Mike Welbert said,
janeiro 3, 2012 @ 22:39
Cara, tanto seu trabalho na transformação de gta 3 em livro
quanto seu trabalho na transformação de gta vice city apesar de ainda não terminado ficarão ótimos, parabéns
a propósito gostaria muito de ler
o conto de grand theft auto zero mas meu pedido de aprovação na sua comunidade contos de games no orkut ainda não foi aceito se vc poder me aceitar agradeceria muito
ok
obrigado.
Pedro Casanova said,
janeiro 5, 2012 @ 20:10
Olá! Obrigado pelo carinho, meu amigo. Fico feliz que tenha gostado.
Mas a comunidade não é minha, eu nem sequer conheço a moderação, eu era apenas um membro em parceria.
Eu vou entrar em contato com eles, caso não te aceitem, vou públicá-los aqui mesmo e te mando um e-mail e respondo por aqui.
Aquele abraço e obrigado por acompanhar!