Episódio 38 – Uma lenda chamada Dragon Quest – Parte 2

Fala galera! Belezinha? Espero que sim!
Bom, neste episódio daremos continuidade a série que conta tudo sobre Dragon Quest! Hoje vai ser a segunda parte e estejam preparados porque entraremos de cabeça neste maravilhoso mundo!
JOGOS PRINCIPAIS – CONTINUAÇÃO
Dragon Quest IV Michibikareshi Monotachi / Dragon Warrior IV
Consoles: Famicon, NES
Ano de Lançamento: 1990 (JP) 1992 (EUA)
Quando todos pensavam que a série havia chegado ao seu fim, uma grande e ótima surpresa surge: A aventura está apenas começando.
Com um novo animo e muito gás nasce Dragon Quest IV, então você já pode imaginar que muita dormiu em frente de lojas e os comerciantes dormiam em camas melhores, porque com o dinheiro que ganharam…
Dragon Quest IV possui uma carga de novidades, mas infelizmente foi o ultimo Dragon Quest que o NES viu, e o último que os EUA viram por um loooongo tempo mas com certeza Dragon Quest se despediu dos EUA com chave de ouro, ou melhor dizendo, com chave de MUITO ouro! 
Este jogaço ganhou inúmeros prêmios de revistas e cravou seu nome na história, como se já não bastasse ser o RPG mais popular do Japão (sim, até mais que Final Fantasy).
Este Dragon Quest nos conta a história de um herói (ou heroína) que se chamam Solo se for homem e Sofia se for mulher, mas no jogo estes nomes não são revela
dos. O protagonista dessa vez quer impedir que Esturk, um demônio pra lá de ameaçador ressucite. Mas espera, achou que ele era o foco? Errou em cheio!
Diferente de todos os Dragon Quests anteriores a este esse jogo conta com oito personagens centrais, III e mais outros que deixam a party mas não através de uma taverna como no III, eles realmente possuem uma história e outros personagens ligados. Sim, podem recolher seus queixos caídos agora.
Este jogo é separado em capítulos, então cada capitulo possui um personagem chave e no capitulo 5 todos se unem. Cada capitulo possui uma história mas que depois se interligam.
Os personagens são:
Ragnar McRyan (Raian), o cavaleiro honrado de Burland.Torneko Taloom, o engraçado mercante de armas de Lakanaba. Lembre-se desse mercante, porque ele é uma das estrelas brilhantes de Dragon Quest.
Maya e Meena (Mara e Nara), uma dançarina e a outra vidente.Princesa Alena, uma sapeca princesa que cansou da chatice em seu reino e decidiu que viajar pelo mundo é legal.Borya (Brey), o tutor de Alena.
Clift (Cristo), o clérigo que viaja com Alena e Borya. 
Só ai já deu pra sacar que os personagens são bem únicos, né?
Este Dragon Quest é genial porque ele consegue mixar o que era bom e coisas melhores ainda!
Existe a wagon, que depois deste Dragon Quest se tornaria chave. É uma carroagem onde você carrega seus personagens e formula táticas de batalha, bem interessante porque alem de tudo é um novo modelo de party.
Muitos mais monstros, magias e equipamentos, um balão para voar (algo até hoje bem original), um cassino e muitas outras.
É certo que Dragon Quest IV nasceu um clássico. Nasceu forte e ainda é forte.
Um jogo genial que vai passar de geração em geração e será sempre querido.
É incrível que ele consegue ser bom mesmo décadas depois de seu lançamento, nem mesmo se torna um clichê!
É assim, com pé direito, que a trilogia Zenithia começa!
Bom, isso já era de se esperar já que é um Dragon Quest!


Dragon Quest V Tenku no Hanayome
Consoles: Super Famicom
Ano de Lançamento: 1992 (JP)
Dragon Quest V é certamente um dos Dragon Quests mais maduros que existem. Porque? Bom, leia e você no final entenderá porque é tão maduro.
A versão de Super Famicom (que seria de SNES se saísse por aqui) nunca foi lançado no ocidente, infelizmente, mas posteriormente foram lançados remakes (que você verá mais nas próximas partes). Temos neste Dragon Quest novamente muitos personagens únicos e interessantes, mas um adendo muito fantástico:
Passagem de tempo.
Os personagens começam crianças e vão crescendo durante o jogo.
O jogo começa com uma mulher parindo o herói do jogo, ela morre no parto e então temos apenas o herói e seu pai, Papas (nome sugestivo, não?). Os dois estão em uma jornada, juntos. No começo do jogo o herói tem apenas 6 anos de idade. 
Depois a dupla chega em Littlehaven, e lá o herói conhece Bianca, que vem a ser uma personagem de grande importância. Depois você conhece Borongo, animal que ficaria marcado na história depois de fazer parte de diversas cenas emocionantes.
Este jogo possui cenas bem fortes, umas das mais emocionantes do mundo dos games.
Dragon Quest V mostra a separação de pais e filhos, casamentos, filhos, o amor… E claro, muita ação! Há inclusive quem diga que este jogo aumentou o número de casamentos no Japão!
O jogo é uma obra prima porque alem de ter o herói versus vilão possui questões pessoais, fazendo os personagens deste jogo muito humanos e proporcionando desafios que não são apenas usar magia e pancadas. Acredito que este seja um dos Dragon Quests favoritos de todo fã.
Graficamente falando podemos facilmente compara-lo a Final Fantasy IV. Gráficos bem legais, o melhor que a época podia oferecer. A inteligência dos lugares e tudo mais fez com que os gráficos mesmo que atualmente sejam defasados se tornem legais, divertidos e com áreas repletas de lugares para se explorar.
Como podíamos esperar, temos grandes novidades, novidades que viram bolas de neve e vão se juntando aos outros jogos e os tornando cada vez melhor!
Dessa vez temos a capacidade de domar monstros. Sim! Domar monstros, que são muitos nesse imenso e mágico mundo! Eles se juntam ao grupo e andam com vocês na wagon. São usados em batalhas e sobem de nível, ou seja, formidável!
O fator replay é altíssimo porque durante o jogo você toma decisões que mudam tudo, então se você o fechou uma vez provavelmente vai chegar mais duas ou mais cem.
Enfim, um clássico empolgante, único, polido, simples e fantástico. Obra de arte!


Dragon Quest VI Maboroshi no Daichi
Consoles: Super Famicom
Ano de Lançamento: 1995 (JP)
Eis aqui o sexto jogo da série. Dragon Quest VI em minha opinião é um maravilhoso jogo, mas não muito famoso.
Um jogo grande e com uma temática nunca antes explorada, que é a divisão do mundo real e um mundo falso. Não entendeu? Você já vai entender, tá falado?
Neste jogaço temos de volta as classes, que nos dois Dragon Quest anteriores não tinham sido tão exploradas como no III, visto que neste temos novamente o Dharma Shrine. (Apenas uma leve mudança no nome perante ao anterior).
Aqui temos as classes iniciantes, as hibridas e as escondidas.
As iniciantes são as clássicas como Warrior, Fighter etc, enquanto as hibridas são a mistura de duas ou mais classes formando uma nova classe. As escondidas você vai ter que desvendar!
Temos dessa vez nove personagens para jogar, sendo alguns opcionais.
Temos o herói (que se chama Botsu, segundo o manga), Hassan, Mireyu, Chamoro, Amos, Terry (Lembre-se desse nome) e os opcionais Amos, Rookie e Dorango.
Novamente podemos recrutar monstros através da nova classe chamada Beastmaster, muitos monstros e magias novas e temos uma novidade aqui que você com certeza nunca viu igual: Uma cama voadora como transporte. Ta duvidando? Joga então!
Os gráficos parecem ter sido pintados carinhosamente por um pintor de renome, desses que você estudou na escola. Incrivelmente detalhados e bem feitos usando tudo de bom que o hardware do Super Famicom tinha a oferecer. Gráficos que você fica vidrado, que fica parado no meio de uma cidade ou bosque e fica admirando os detalhes.
A história, como citei a pouco, é bem original até mesmo para os dias atuais.
Você começa o jogo com o Herói (Botsu), Hassan e Mireyu, com uma fogueirinha acesa em alguma escabrosa floresta. Você então pode até escolher se quer ou não apagar a fogueira, bom, eu sempre apago. Vai que pega fogo em tudo?
Mireyu toca sua flauta e um lindo dragão amarelo (sim, alem do dragão ser muito legal o sprite é bem bonito também) surge e os leva para um amedrontador castelo, o castelo do vilão King Mudo.
O herói então acorda em uma cidade chamada Lifecod, e ele nada conseguia lembrar. Tania, uma menina de Lifecod insiste que o herói é seu irmão.
Ao decorrer você descobre que existem dois mundos: O mundo real e o mundo dos sonhos. Quando você não achar coisas no mundo real tenha a certeza que no mundo dos sonhos você encontra! 
Consegue entender essa temática?
E se você estivesse vivendo em um mundo de sonhos e este não fosse o real?…
Existe um mangá, feito por Masaomi Kanzaki. No mangá o herói tem um novo amiguinho, o Buchi, um Spot Slime. A história segue a mesma do game, mas com diversas mudanças!
São 10 volumes e saiu na Shonen Gangan de 1997 até 2001.
Um mundo maravilhoso, grande e repleto de pontos únicos e interessantes. Muitas referencias de jogos anteriores podem ser encontradas, um exemplo é o item Mirror of Ra. Um jogão! Eu sinceramente queria joga-lo de novo como se fosse da primeira vez porque a experiência foi maravilhosa!


Comerciais de TV
Dragon Quest IV / 2º Comercial
E aqui a gente fecha a parte 2 da série que conta tudo sobre Dragon Quest! A 3ª parte contará a volta de Dragon Quest para o ocidente! Grandes mudanças estão por vir, está preparado?
Tratando de Dragon Quest, apenas confie porque será bom!
Abraços galera, OBRIGRATO POR PERDER TEMPO COM O COGUMELO!
Nos vemos na próxima, tá falado?
Até!
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Roger said,
março 19, 2009 @ 12:33
Mto bom essa segunda parte ein.Até pq gostei mto de DQ4 e 5(6 joguei mto pouco,realmente)
Esperando ansioso pela terceira parte,de DQ7 e 8 o/
Luis Gustavo said,
março 20, 2009 @ 0:16
cara, muito bom mesmo!!
me deu vontade de começar tudo de novo.
e onde vc arrumou essas imagens? *__*
admin said,
março 20, 2009 @ 1:37
Google da vida! hahahauauauhaa
Reinaldo Ferreira said,
março 28, 2009 @ 23:38
Grande trabalho! a gente pode conferir em algumas ilustrações personagens que fizeram parte do Dragon Quest VIII. Ou seja, a série tem uma preocupação em sempre estar trazendo de volta personagens consagrados de outros jogos e instigar a curiosidade do jogador para conhecer as antigas versões.
Um outro personagem que achei interessante e que também esta em destaque é o Torneko. Que já fez jogos solos em plataformas como o PS1, PS2 e GBA.
E claro, não vamos nos esquecer de destacar a grande influência dos traços de Akira Toryama.