Episódio 72 – Lost pra toda vida (sem spoilers)

Ainda me lembro do primeiro episódio de Lost, dia 19/02/2006.

Há coisa de 4 anos atrás, quando eu estava ainda de férias (indo para o primeiro ano escolar), começou a passar Lost no canal Globo. Foi em um domingo, dois episódios juntos na sessão de filmes Domingo Maior. Eu adorei, fiz daquele meu primeiro seriado americano para se assistir MESMO, fiquei fascinado. Hoje, exatamente há 2 minutos atrás, Lost acabou. Vi pela AXN. Não podia deixar de ser especial, algo mágico aconteceu. Mas isso eu conto no fim do episódio.

Quero fazer aqui é o meu tributo à Lost, ao que ele marcou na minha vida.São 4 anos acompanhando, vibrando, torcendo por alguns personagens e, por que não, xingando os vilões que ao mesmo tempo eu venerava. Os produtores disseram que quem visse o ultimo episódio, iria chorar. Não, eu não chorei. Mas estou com aquele nó na garganta, aquele peso no peito.

Me lembro, lá nos confins do começo de 2006, que eu ficava até tarde vendo Lost pela Globo. Quando a aula começou, eu me esforçava. Ia dormir quando o Jô começava, pra acordar na hora do Bom Dia Brasil. No MSN, discutia com vários amigos sobre o seriado. Que era o monstro? Por que caíram? Eu não me imaginava vendo o último episódio, tampouco que ele iria me marcar tanto. Nunca pensamos isso no presente, né? Hoje eu cresci, se passou um bom tempo, e aqui estou eu vendo Lost. Se eu pudesse prever o futuro, ficaria frustrado em descobrir antes da hora o que estou sentindo agora.

Então hoje, Lost chegou ao fim. Hoje, terça, tive um dia realmente atarefado. Bom, mas atarefado. Cheguei em casa da academia com uma hora de antecedência para terminar um banho e ver a recapitulação e o último episódio. Por algum motivo, talvez fantástico, minha internet esteve fora a todo este momento. Ela nem conectava! Mas aí, após o fim de Lost, pronto: A internet conectou. Eu fiquei fascinado! O único significado que pude ver nisso, foi de que o universo, ou melhor, destino, não queria que eu fosse distraído. E minha atenção se focou toda em Lost. Que posso fazer sobre isso? Acredito nessas coisas, sou um homem de fé como John Locke.

Lost, série que tanto me influenciou, inspirou, tanto me divertiu. O fim realmente dói. A primeira temporada, lembro-me ainda da “mensagem se repetindo há 16 anos”, as frases e apelidos do Sawyer, a escotilha sendo descoberta e aquele vídeo da Iniciativa Dharma? Ah, como esquecer também do Lost Experience?… O seriado foi e sempre será importante pra mim, como base de muitas idéias e pensamentos. Provavelmente será o tipo de coisa que apresentarei para meus filhos e netos (que provavelmente vão rir), coisa que pretendo ver todo começo de ano. Sou nostálgico mesmo.

Amanhã tenho que acordar as 5:30 para a faculdade. Sinto-me agora no começo de 2006, no fim dos meus 15 anos, quando eu ficava até tarde vendo ele pra acordar cedo no dia seguinte e ir pra escola, eu tava no 1º ano ainda e agora no 1º periodo da faculdade. É igualzinho o momento! Sendo que agora não vou dormir aguniado com os mistérios do seriado, mas vou dormir pensando no que o último episódio significou. Santo Deus, que máxima essa sensação. Que orgulho que eu tenho de ter acompanhado toda essa saga!

Ao longo do tempo, adquiri todos os episódios. Me tornei independente de ver na televisão, mas acabou que o último episódio eu vi primeiro pela TV, justo igual ao começo. Sabem? Os caras que fizeram essa série são realmente sortudos. Meu sonho é, um dia, poder criar estas sensações nas pessoas. A mesma sensação boa que estou sentindo.

Que mais falar sobre LOST? Acho que mais nada. Esse seriado é mesmo uma salada de emoções. Ao ver ele, ao decorrer, você sente felicidade, tristeza, raiva e, agora, saudade. É como um ente-querido que se vai! Se você não viu Lost ainda, é bom correr! E aí você me conta qual relação essa série teve contigo, certo? E aposto que nesse meio tempo todo muita gente se casou, nasceu… Novos amigos que surgiram, que se foram.

Ah, o tempo… Sempre tão fascinante!
Obrigado, Lost. Obrigado por todos esses momentos.
Deixo meu aplauso à todo mundo que formou essa saga (embora nenhum deles possa ouvir, né? Hehe).

Me despeço aqui, hora de ir dormir.
Valeu a pena, mesmo.

Obrigrato por perder tempo com o cogumelo! Até a próxima!

Com amor,
Casanova.

Ainda me lembro do primeiro episódio de Lost.

Há coisa de 4 anos atrás, quando eu estava ainda de férias (indo para o primeiro ano escolar), começou a passar Lost no canal Globo. Foi em um domingo, dois episódios juntos na sessão de filmes Domingo Maior. Eu adorei, fiz daquele meu primeiro seriado americano para se assistir MESMO, fiquei fascinado. Hoje, exatamente há 2 minutos atrás, Lost acabou. Vi pela AXN. Não podia deixar de ser especial, algo mágico aconteceu. Mas isso eu conto no fim do episódio.

Quero fazer aqui é o meu tributo à Lost, ao que ele marcou na minha vida.

São 4 anos acompanhando, vibrando, torcendo por alguns personagens e, por que não, xingando os vilões que ao mesmo tempo eu venerava. Os produtores disseram que quem visse o ultimo episódio, iria chorar. Não, eu não chorei. Mas estou com aquele nó na garganta, aquele peso no peito.

Me lembro, lá nos confins do começo de 2006, que eu ficava até tarde vendo Lost pela Globo. Quando a aula começou, eu me esforçava. Ia dormir quando o Jô começava, pra acordar na hora do Bom Dia Brasil. No MSN, discutia com vários amigos sobre o seriado. Que era o monstro? Por que caíram? Eu não me imaginava vendo o último episódio, tampouco que ele iria me marcar tanto. Nunca pensamos isso no presente, né? Hoje eu cresci, se passou um bom tempo, e aqui estou eu vendo Lost. Se eu pudesse prever o futuro, ficaria frustrado em descobrir antes da hora o que estou sentindo agora.

Então hoje, Lost chegou ao fim. Hoje, terça, tive um dia realmente atarefado. Bom, mas atarefado. Cheguei em casa da academia com uma hora de antecedência para terminar um banho e ver a recapitulação e o último episódio. Por algum motivo, talvez fantástico, minha internet esteve fora a todo este momento. Ela nem conectava! Mas aí, após o fim de Lost, pronto: A internet conectou. Eu fiquei fascinado! O único significado que pude ver nisso, foi de que o universo, ou melhor, destino, não queria que eu fosse distraído. E minha atenção se focou toda em Lost. Que posso fazer sobre isso? Acredito nessas coisas, sou um homem de fé como John Locke.

Lost, série que tanto me influenciou, tanto me divertiu. O fim realmente dói. A primeira temporada, lembro-me ainda da “mensagem se repetindo há 16 anos”, a escotilha sendo descoberta… Que se danem o que falam de Lost! Que se dane tudo, o seriado foi e sempre será importante pra mim. Provavelmente será o tipo de coisa que apresentarei para meus filhos e netos (que provavelmente vão rir), coisa que pretendo ver todo começo de ano. Sou nostálgico mesmo.

Amanhã tenho que acordar as 5:30 para a faculdade. Sinto-me agora no começo de 2006, no fim dos meus 15 anos, quando eu ficava até tarde vendo ele. É igualzinha a sensação! Santo Deus, que máxima essa sensação. Que orgulho que eu tenho de ter acompanhado toda essa saga!

Ao longo do tempo, adquiri todos os episódios. Me tornei independente de ver na televisão, mas acabou que o último episódio eu vi primeiro pela TV, justo igual ao começo. Sabem? Os caras que fizeram essa série são realmente sortudos. Meu sonho é, um dia, poder criar estas sensações nas pessoas. A mesma sensação boa que estou sentindo.

Que mais falar sobre LOST? Acho que mais nada. Esse seriado é mesmo uma salada de emoções. Ao ver ele, ao decorrer, você sente felicidade, tristeza, raiva e, agora, saudade. É como um ente-querido que se vai! Se você não viu Lost ainda, é bom correr! E aí você me conta qual relação essa série teve contigo, certo? E aposto que nesse meio tempo todo muita gente se casou, nasceu… Novos amigos que surgiram, que se foram.

Ah, o tempo… Sempre tão fascinante!

Obrigado, Lost. Obrigado por todos esses momentos.

Deixo meu aplauso à todo mundo que formou essa saga (embora nenhum deles possa ouvir, né? Hehe).

Me despeço aqui, hora de ir dormir.

Valeu a pena, mesmo.

Obrigrato por perder tempo com o cogumelo! Até a próxima!

Com amor,

Casanova.

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