Gide Adoracion tá no ÍDOLOS

Gide tá no ÍDOLOS! Vamo apoiar ela, tem talento, merece o prêmio. Ela prometeu dar um beijinho em todos que ajudarem ela. (Vai vendo… haha)
Ela está aparecendo nos comerciais também, os dois jurados baitolas estão brigando por algum motivo que nem eu sei. Sim, a danada não quis me falar o porque! Pega o comercial aqui
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Episódio 75 – Top 10 Jogos mais toscos do snes

Faaaala rapaziada! Beleza?
Segue aí a lista dos 10 jogos mais toscos do Super Nintendo! Com certeza vocês ainda devem ter pesadelos com estas porcarias! Entretanto, são um dos games que mais tenho vontade de fechar! E olha que ainda falta jogo ruim eim…
Deixe sua lista nos comentários! Quero saber o que vocês acham escroto também!
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Episódio 74 – Grand Theft Auto III – Vendetta Latina Pt.1

Prólogo
Liberty City… A cidade onde os diabos podem caminhar à luz do Sol. Foi criada em 1798 assim que uma igreja foi construída e se estabeleceu, junto de alguns poucos fazendeiros que começavam o plantio. Era o último refúgio para alguns que viram nesse plano terreno, livre de montanhas a oportunidade de criar suas novas vidas. O tempo se passou e grandes prédios foram erguidos, o concreto abarrotou aqueles verdes campos de plantio. Da mesma forma que aqueles fazendeiros tementes à Deus viram neste solo a chance de crescer, o mesmo ao passar do tempo foi idealizado pela escória residente no mundo.
Em outubro de 2001, Claude havia acabado de chegar na cidade com a sua namorada, Catalina. Claude era um calado garoto de San Andreas que emergiu fazendo corridas proibidas pelas ruas de San Fierro, na Costa Oeste. Nunca foi um homem vivendo à risca da lei, mas tudo piorou quando conheceu a psicótica Catalina no ano de 1992. O casal passou nove anos correndo o país cometendo assaltos a banco. Quem ligava? Eram apenas os dois, se amavam. Para Claude, ela era apenas uma garota com problemas amorosos e colhões que poucos homens tinham. Por mais incrível que isso parecesse, as conexões de Catalina se estendiam desde a gangue Varrios Los Astecas até o organizado Cartel Colombiano, que aos poucos, ganhava espaço na Costa Leste.
Assim que o casal se estabeleceu em Liberty City, trataram de logo fazer o que mais sabiam: Assaltar um banco. Naquela tarde um Banshee conversível azul roubado freou na porta do maior e mais antigo banco da cidade. Tudo iria dar certo: O carro era rápido, dois figurões do Cartel Colombiano estavam em sua companhia e os namorados já haviam feito isso um milhão de vezes. Inclusive, certa vez no Novo México, os dois tinham roubado o carro forte alem de limpar o banco. Era lindo, a aposentaria dos dois poderia até mesmo estar garantida depois deste assalto.
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Episódio 73 – Ladies Night

A música estava alta e jovens dançavam alucinadamente no salão circular. As luzes em tons básicos e claros que corriam pela pista de dança pintando o corpo de mulheres que usavam maquiagem forte e de moleques fazendo caras e bocas com seus músculos à vista. O cheiro de cigarro e álcool subia até as mais entupidas narinas. Os funcionários dançam com suas garrafas nos bares periféricos e os seguranças transpassavam quase que de forma invisível por todos e observava suas ações usando seus ternos e microfones colados à boca.
Falas ao ouvido, risos escandalosos, vestidos abanando. Nas televisões espalhadas formas alucinógenas, mulheres quase inumanas vestindo roupas infantis dançavam em quatro pedestais posicionados. No fim da sala, um palco onde o DJ dançava e tocava usando grandes fones, teclando coisas em um note book Apple. Em espaços de tempo aleatórios, uma fumaça de efeito especial subia junto de um cheiro doce criando um nevoeiro a ser aspirado.
Na porta que dividia entre lounge e dance estavam dois homens quase como esfinges. O da esquerda tinha em média 1,89 e estava estático, seu cabelo encaracolado e castanho até o meio das costas permanecia parado também, usava um blazer preto com alguns fios de cabelo escondendo por baixo uma camisa branca com um Ás de Espada preto e parte de sua quase surrada calça jeans preta. Os olhos eram fundos e negros como uma noite apocalíptica, sua pele como se fosse esculpida em marfim formando uma face ossuda e comprida, com uma boca arqueada. Sua expressão era como de um jogador, um sorriso infame e um olhar que caminhava por cada pessoa semelhante ao que câmeras de vigilância fazem e nada congruente com sua aparente idade – uns 27 anos no máximo.
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Episódio 72 – Lost pra toda vida (sem spoilers)

Ainda me lembro do primeiro episódio de Lost, dia 19/02/2006.
Há coisa de 4 anos atrás, quando eu estava ainda de férias (indo para o primeiro ano escolar), começou a passar Lost no canal Globo. Foi em um domingo, dois episódios juntos na sessão de filmes Domingo Maior. Eu adorei, fiz daquele meu primeiro seriado americano para se assistir MESMO, fiquei fascinado. Hoje, exatamente há 2 minutos atrás, Lost acabou. Vi pela AXN. Não podia deixar de ser especial, algo mágico aconteceu. Mas isso eu conto no fim do episódio.
Quero fazer aqui é o meu tributo à Lost, ao que ele marcou na minha vida.São 4 anos acompanhando, vibrando, torcendo por alguns personagens e, por que não, xingando os vilões que ao mesmo tempo eu venerava. Os produtores disseram que quem visse o ultimo episódio, iria chorar. Não, eu não chorei. Mas estou com aquele nó na garganta, aquele peso no peito.
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Episódio 71 – Enchanté, mon amour

“Vinda de França, ela disse. Isso são as cousas da vida, ela explicou. Meu amor, ela enganou.
O mundo não é mais o mesmo. Como a história – por mais mentirosa que seja – ou os sobreviventes dela dizem, a exemplo da Idade Média, as mudanças vinham a cada século. Agora não, elas são semanais.
Eu sou do tempo em que tudo começou a ficar rápido. Ora, sou da década de trinta, o que você poderia esperar dela alem de movimentos políticos ditatoriais e cruéis ao longo do mundo? É preciso entender que depois da morte, especialmente se ela vem nos anos cinqüenta, você não se torna mais criado da massiva politicagem – muitas vezes derivada do Velho Mundo – e sim se torna parte dela. Evidentemente, meu caro, a esta altura já é possível presumir que neste tabuleiro de xadrez, quem move as peças somos nós. Ou seria melhor dizer que peças movem peças?
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Episódio 70 – Sobre Salvador Abílio

“Eu nunca gostei muito dos portugueses, mas Salvador Abílio se destacou. Foi, sem dúvidas, a maior jóia dos anos setenta. Eu sinceramente achei que essa década passaria em blanc pra mim, mas eu estava errado.
Foi no começo dos anos 90 que eu ouvi falar sobre este lusitano, professor de História. Um dos meus contatos em São Paulo me contou que o “colonizador” seria um ótimo, como os italianos diriam, consiglieri. Nunca gostei de conselheiros, eles escutam tudo, sabem tudo e no fim podem te trair. Dessa vez eu havia errado.
Neste tempo, o Regime Militar aqui no Brasil estava montado em sua decadência com ares de prosperidade, e nos meados da década, o petróleo havia “secado” de nosso mundo. Embora não pareça, isso conseguiu até mesmo abalar nossos joguinhos. Não porque não podíamos ir usar nossas latas moveis, e sim porque até mesmo os Familiares do Oriente Médio nos são confusos. Desta forma, por que eu deveria me importar com algum letrado e pior, de Portugal?
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